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| O rio Jequitinhonha voltou a seu curso normal em julho de 2006, quando a usina entrou em operação.
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O rio Jequitinhonha foi temporariamente desviado, numa extensão de 1,2 km para construção da barragem da usina de Irapé. Em abril de 2003, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, e o presidente da Cemig, Djalma de Morais, estiveram no canteiro de obras para a cerimônia. O Jequitinhonha voltou a seu curso normal, antes mesmo da usina entrar em operação, o que aconteceu em julho de 2006.
Durante o processo de esvaziamento do leito do rio, no eixo da barragem, foi realizado o resgate dos peixes, que foram levados para trechos acima ou abaixo da área de construção da usina. Sem mortandade de peixes, a operação foi realizada com sucesso, no final de abril de 2003.
À medida que o rio secava, eram formadas, em seu leito, poças, de onde profissionais especializados da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pescadores da região resgatavam os peixes. O salvamento é uma medida para minimizar o impacto ambiental causado pela construção da barragem. |